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Vitrines: preços e informações são direitos do consumidor

Sair das lojas com sacolas cheias é o desejo de todo consumidor. As compras que agradam e muito as mulheres, também são um desejo masculino. Não há quem não goste de comprar. Entretanto, antes da tão desejada ‘comprinha’ é necessário sair por aí, verificar preços e analisar o que está mais em conta. Nessas andanças na busca por valores que caibam no bolso, o consumidor, às vezes, se depara com vitrines sem etiquetas ou nenhuma informação.

A legislação prevê que os preços devem ser apresentados visando garantir o direito básico do consumidor de obter informação adequada e clara sobre produtos e serviços. Estes devem ser informados adequadamente, de modo a garantir ao consumidor a correção, clareza, precisão, ostensividade e legibilidade das informações prestadas.

 “As vitrines precisam oferecer todas as informação de preço do produto. A fonte e o tamanho da letra precisam ter um padrão e ser legível. Letras miúdas estão proibidas. Pode-se deparar  com etiquetas em que o destaque é do preço a prazo, já o valor a vista e os juros, recebem menor evidência. Isso confunde o consumidor e o induz a compra por prestação. É preciso que haja um padrão e a informação seja clara”.

A lei visa beneficiar tanto o lojista quanto o comprador. “Se o cliente vê o preço na vitrine e condiz com o que pode gastar, ele entra e efetua a compra. Pode ser que a loja esteja cheia e dessa maneira o trabalho é facilitado para ambos

A partir do momento em que se pensa em abrir um negócio, o futuro comerciante precisa conhecer, no mínimo, as leis básicas para um bom desenvolvimento do trabalho e entender como tudo funciona.

As normas valem para qualquer tipo de comércio. “A lei é clara e inclui a todos, desde loja de acessórios a roupas.

Outros setores

Cada setor deve regularizar a exposição de produtos e atentar para as exigências do órgão. Dentre algumas delas, os supermercados devem, principalmente, cuidar com a validade dos alimentos e os preços na gôndola e nos caixas precisam condizer. Já para os bancos, são analisadas as filas e condições de prestação de serviço. No postos de combustíveis são verificados preços e o uso de cartões que deve ser utilizado para qualquer valor e outros.

Preços visíveis facilitam compras

Afixar preços nas vitrines não é difícil e facilita a conversa entre consumidor e vendedor. Empresários devem se  colocar como consumidores. Se as informações estão disponíveis na vitrine, o produto chamou atenção e condiz com o que se pode gastar, o cliente entra sem dúvidas.

A norma quer evitar que as pessoas, por conta da falta de informações, tenham de fazer contas e mais contas para descobrir o preço final de um produto que desejam comprar. Com as etiquetas corretas o cliente fica a vontade. Pode ser também que naquele momento estejam presentes menos funcionários, o movimento é maior e não conseguimos dar atenção devida, então ele mesmo busca o que precisa

A dica  da Associação Comercial é simples. “Aconselhamos a quem não adotou a prática a seguir as regras, pois facilita o trabalho e também à busca do consumidor. O objetivo é evitar dificuldades e promover a compra.”

Fique de olho. Se sua loja ainda  adotou a pratica, aproveite para se regularizar e facilitar a vida do consumidor. Ainda há tempo.


 

 

 



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