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Quem aprova CPMF é o Congresso, não o governo, diz Dilma

 

16/09/2015

A presidente Dilma Rousseff afirmou na terça-feira que o governo se empenhará na defesa das medidas de ajuste apresentadas porque são "necessárias" e prometeu fazer a reforma administrativa até a semana que vem, quando embarca para a Assembleia-Geral da ONU. A presidente defendeu a proposta de volta da CPMF, que será usada, segundo o plano apresentado pelo governo, para cobrir despesas com a previdência, mas lembrou que a definição sobre a versão final do imposto será feita pelo Congresso. "O governo não aprova CPMF, quem aprova é o Congresso", disse a presidente em entrevista a jornalistas após participar de cerimônia no Palácio do Planalto.

"A nossa proposta é carimbada, ela vai assim. Agora, como será feito no Congresso é um outro processo de discussão. Nos empenharemos bastante para aprovar essas medidas. Primeiro porque elas são necessárias, não porque nós queremos, mas porque passamos por momentos em que é fundamental que saiamos dessa situação de restrição fiscal o mais rápido possível para podermos voltar a crescer, para poder gerar mais empregos necessários para o país", acrescentou

Cinco dias depois de assistir à perda do grau de investimento do Brasil, anunciada pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P), o governo apresentou nesta segunda medidas de ajuste que somam 66,2 bilhões de reais entre cortes de gastos e previsão de elevação de receitas. Praticamente todas dependem de aprovação do Congresso. Entre as medidas anunciadas está a suspensão de concursos públicos, do reajuste de servidores, corte de gastos de custeio, além de redução dos repasses ao Minha Casa, Minha Vida e ao PAC.

 

Fonte: Veja



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