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Prestação de serviços às famílias sofre maior queda desde agosto de 2015 |

09/08/2016

Brasil Econômico

Apesar da queda ter apresentado sinais de melhora, a diminuição do poder aquisitivo da população, aliada ao desemprego elevado, afeta o segmento

 

O setor de serviços prestados exclusivamente às famílias apresentou queda de 7,5% no mês de junho na comparação com o mesmo período no ano passado. Essa foi a maior redução quando considerada essa base de comparação desde agosto de 2015, quando havia atingido o patamar de 8,2%.

 

Segundo o analista da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Roberto Saldanha, apesar da queda ter apresentado sinais de melhora com um pico de desaceleração entre maio e junho, a diminuição do poder aquisitivo da população, aliada ao desemprego elevado, afeta o segmento.

 

O segmento, no entanto, mesmo com a queda mais forte, tem peso de apenas 4% no total das atividades medidas pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, de acordo com Saldanha. A pesquisa engloba, por exemplo, restaurantes, hotelaria e bares. As partes de maior relevância na avaliação são informação e comunicação, que representa algo em torno de 35%, e transportes e correio, que pesam cerca de 30%.

 

Ainda de acordo com Saldanha, mesmo que uma parcela das atividades destes segmentos seja destinada exclusivamente para as famílias, eles atendem majoritariamente as demandas feitas por outras empresas.

 

O IBGE também divulgou que o volume na indústria teve redução 3,4% em junho, fazendo a comparação com o mesmo mês em 2015. No mês de maio, a queda havia sido registrada em 6,1%. Em abril, o resultado havia sido de 4,8%, sempre considerando a mesma base para a comparação.

 

“Houve melhora na indústria e isso reflete nos serviços”, disse Saldanha, lembrando que a produção industrial também viu sua queda desacelerar na passagem de maio (-7,8%) para junho (-6,0%) na comparação com iguais meses de 2015.

Saldanha destacou ainda que a redução de 3,4% em junho é a menor registrada desde agosto de 2015 – nas comparações de um mês contra o mesmo período no ano anterior–, quando a redução foi de 3,5%.

 

Também foram divulgadas pelo IBGE as variações, tanto trimestrais quanto semestrais, para o volume de prestação de serviços. No segundo trimestre, em comparação com o primeiro, a diminuição foi de 1,2%. Comparando o segundo trimestre de 2015, houve redução de 4,7%.

 

*Com informações da Agência Estado



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