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País registra recorde na criação de novas empresas para mês de janeiro

O país ganhou 166.613 novos empreendimentos em janeiro, o maior registro de novas empresas para o primeiro mês do ano desde 2010, quando começou a série, de acordo com o IndicadorSerasa Experian de Nascimento de Empresas. O número é 10,4% maior do que o registrado em janeiro de 2015 (150.958) e 48% superior ao apontado no mês anterior (dezembro de 2015), quando 112.590 empresas foram abertas.

                     

Por natureza jurídica

Os microempreendedores individuais (MEIs) tiveram alta de 14,8% em relação a janeiro de 2015: 137.301 contra 119.555. Houve aumento crescente dos MEIs entre todas as naturezas jurídicas apuradas no decorrer dos anos.

 

Houve queda de 11,8% na criação de empresas individuais em janeiro de 2016 em relação a janeiro de 2015. Foram 10.611 companhias nascidas e 12.033 no mesmo mês do ano anterior.

 

Da mesma forma, as sociedades limitadas registraram número de nascimento negativo de 8,9%, em janeiro de 2016 em relação a janeiro de 2015: 11.752 na última apuração e 12.903 em janeiro de 2015. O nascimento de novas empresas de outras naturezas também cresceu no primeiro mês de 2016 e chegou a 6.949 contra 6.467, em janeiro/2015: alta de 7,5%.

 

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o nascimento de novas empresas está sendo determinado pelo surgimento de novos microempreendedores individuais (MEIs) que, em épocas de crise econômica, são caracterizados por pessoas que perdem seus empregos no mercado de trabalho e partem para exercer atividades autônomas.

 

Por setor

O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, em janeiro de 2016, com a abertura de 104.357 novas empresas no segmento, o equivalente a 62,6% do total de nascimentos. Em seguida, 47.888 empresas comerciais (28,7% do total) surgiram no primeiro mês do ano e, no setor industrial, foram abertas 13.998 empresas (8,4% do total).

 

Na comparação de janeiro de 2016 com janeiro de 2015, houve evolução em todos os segmentos: serviços teve aumento de 62,6%; comércio, de 28,7%; e indústria, de 8,4%.

 

Nos últimos seis anos, houve crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de negócios que surgem no país, passando de 53,2%% (janeiro de 2010) para 62,6% (janeiro de 2016).

 

Por outro lado, a participação do setor comercial tem recuado gradativamente: de 35,3%, em janeiro de 2010, para 28,7%, em janeiro deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

 

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 

 



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