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Número de microempreendedores individuais cresce 14,4% no Vale do Ivinhema

Glaucia Piovesan, Da Redação

 

O número micro empreendedores individuais cresceu 14,4% em 2016 no Vale do Ivinhema, em relação ao mesmo período de 2015, segundo dados fornecidos pela Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (JUCEMS) ao Jornal da Nova com exclusividade. 

 

Em 2015, eram 3.191 MEIs. O avanço, portanto, foi de 462 microempreendedores individuais (MEIs), chegando a 3.653. No comparativo acumulado com o ano de 2014, o incremento seria de 952 novos negócios formalizados, já que neste ano, eram apenas 2.701 empresas.

 

A região encerrou o ano passado com 3.653 MEIs ativas, destas 1.462 somente em Nova Andradina. Em dois anos, a quantidade de pessoas que optar pela abertura do seu próprio negócio aumentou 41%, saltando de 1.036 em 2014 para estes 1.462 em 2016. 

 

Entre as atividades, destacam-se a venda de roupas e acessórios, alimentos, cabeleireiros, manicures, trabalhadores da construção civil, trabalhadores domésticos, dentre outros ramos de prestação de serviços.

 

Segundo as estatísticas da JUCEMS, Bataguassu aparece com 751 autônomos e Ivinhema com 482 (vide o quadro abaixo com dados de todo Vale do Ivinhema).

O levantamento pode ocultar um dado não tão positivo, principalmente quando analisado em conjunto com o mercado de trabalho. Com o aumento das demissões e a redução das vagas com carteira assinada, muitas pessoas parecem estar tentando a sorte como autônomos. E as MEIs podem auxiliar nesse processo de formalização do trabalho.

 

Na análise de economistas de todo país, durante o período de crise o empreendedorismo de oportunidade perde espaço e surge o empreendedorismo da necessidade. As pessoas e empresas se adaptam os novos tempos. Por isso, tem crescido anualmente a quantidade de autônomos que se formalizam e também de pessoas que saem do emprego almejando a estabilidade por conta própria.

 

O que é um MEI?

Para se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), a pessoa que trabalha por conta própria se legaliza como pequeno empresário.

 

É necessário faturar no máximo até R$ 60 mil por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

 

O MEI é enquadrado no Simples Nacional e fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, paga apenas o valor fixo mensal de R$ 47,85 (comércio ou indústria), R$ 51,85 (prestação de serviços) ou R$ 52,85 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

 

Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. *Jornal da Nova



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