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Não espere o ano novo para sair das dívidas

DORA RAMOS
Educadora financeira

“Dinheiro é sagrado, não aceita desaforo”. Esta é uma máxima muito presente no cotidiano de profissionais de economia e finanças, mas que também determina muitos passos de cidadãos comuns que sabem administrar os gastos. Pessoas assim sabem diferenciar crédito disponível de poder de compra, sabem quanto exatamente sobra do salário no fim do mês e, principalmente, sabem exatamente em qual situação financeira se encontram. Mas e quem não sabe nada disso, o que deve fazer?

É muito comum nos depararmos com pessoas que ganham um salário de razoável para bom, teoricamente suficiente para proporcionar qualidade de vida e manter distância dos boletos atrasados. O problema é que muitas dessas pessoas se esquecem de mensurar quanto de seus rendimentos vai para os gastos básicos (luz, água, telefone, supermercado), quanto vai para outros gastos constantes (impostos, prestação do apartamento/carro, combustível, plano de saúde, cafezinho pós-almoço) e quanto sobra para o “poder de compra”.

Apenas tendo essa diferenciação, é possível saber em qual situação financeira nos encontramos! Mesmo no curto prazo, algumas medidas devem ser tomadas, para que, aos poucos, as coisas se ajustem. O ideal é fazer uma planilha de gastos e, a partir disso, iniciar o corte de atividades supérfluas – aquela viagem de fim de ano pode ser adiada; aquela pizza não é tão fundamental assim durante a semana; seu cachorro pode sobreviver sem aquele brinquedinho; e seu cabelo (principalmente, os femininos) com certeza não precisa visitar o salão de beleza com tanta frequência.

Mesmo com apenas 56 dias para 2016, é hora de tomar uma atitude. Busque entender seus rendimentos, ponha seus gastos na ponta do lápis, utilize seu 13º salário para reduzir as dívidas, planeje-se para entrar no ano novo com mais tranquilidade. A troca do calendário não pode servir de desculpa para adiarmos medidas positivas.  É possível encontrar um ponto certo, capaz de garantir saúde às suas finanças e de realizar seus sonhos em um prazo razoável. Basta planejar!

Dora Ramos é educadora financeira e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br)

 



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Não espere o ano novo para sair das dívidas

DORA RAMOS

 

“Dinheiro é sagrado, não aceita desaforo”. Esta é uma máxima muito presente no cotidiano de profissionais de economia e finanças, mas que também determina muitos passos de cidadãos comuns que sabem administrar os gastos. Pessoas assim sabem diferenciar crédito disponível de poder de compra, sabem quanto exatamente sobra do salário no fim do mês e, principalmente, sabem exatamente em qual situação financeira se encontram. Mas e quem não sabe nada disso, o que deve fazer?

É muito comum nos depararmos com pessoas que ganham um salário de razoável para bom, teoricamente suficiente para proporcionar qualidade de vida e manter distância dos boletos atrasados. O problema é que muitas dessas pessoas se esquecem de mensurar quanto de seus rendimentos vai para os gastos básicos (luz, água, telefone, supermercado), quanto vai para outros gastos constantes (impostos, prestação do apartamento/carro, combustível, plano de saúde, cafezinho pós-almoço) e quanto sobra para o “poder de compra”.

Mesmo com apenas 43 dias para 2016, é hora de tomar uma atitude. Busque entender seus rendimentos, ponha seus gastos na ponta do lápis, utilize seu 13º salário para reduzir as dívidas, planeje-se para entrar no ano novo com mais tranquilidade. A troca do calendário não pode servir de desculpa para adiarmos medidas positivas.  É possível encontrar um ponto certo, capaz de garantir saúde às suas finanças e de realizar seus sonhos em um prazo razoável. Basta planejar!

 

Dora Ramos é educadora financeira e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br)



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