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Intenção de Investimentos da Indústria cresce no 3ºTri de 2016.

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas subiu 7,9 pontos no terceiro trimestre de 2016, em relação ao trimestre imediatamente anterior. Com o resultado, o índice atingiu 90,4 pontos, o maior valor desde o terceiro trimestre de 2015 (91,9 pontos).
 
O Indicador de Intenção de Investimentos mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando, desta forma, para antecipar tendências econômicas.
 
“Assim como ocorre com os indicadores de confiança, o resultado do Indicador de Intenção de Investimentos sugere taxas de crescimento do investimento produtivo menos negativas daqui por diante. Há, no entanto, ainda muita incerteza com relação à execução dos planos de investimento que, associada à combinação de ociosidade elevada, tende a manter o ritmo de retomada de investimentos mais lento que em recuperações recentes”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas do FGV/IBRE.
 
Quando o Indicador de Intenção de Investimentos fica abaixo dos 100 pontos é porque há mais empresas prevendo diminuir que aumentar investimentos nos 12 meses seguintes. No terceiro trimestre de 2016, 14,8% das empresas estão prevendo investir mais nos 12 meses seguintes, e 24,4% prevendo investir menos. No trimestre anterior, esses percentuais haviam sido de 16,2% e 33,7%, respectivamente.
 
Outro quesito abordado nesse trimestre, foi sobre a probabilidade de revisão do programa de plano de investimentos para os próximos 12 meses. Atualmente, 57,6% das empresas afirmam que os investimentos devem ficar dentro do programado. Dos 42,4% que consideram uma possível mudança, 23,8% admitem investir mais que o previsto enquanto 18,6% preveem a possibilidade de reprogramação para baixo.
 
Grau de incerteza em relação aos investimentos continua elevado
 
Neste trimestre, as empresas foram consultadas, pela sexta vez, a respeito do grau de certeza em relação ao plano de de investimentos para os meses seguintes. Este tema foi introduzido na Sondagem de Investimentos no quarto trimestre de 2014 como um quesito semestral, passando à frequência trimestral nesta edição da pesquisa.
Hoje, no setor industrial, a proporção de empresas que estão incertas (32,7%) supera pelo segundo trimestre consecutivo a das que estão certas (30,4%) com relação à execução de seus programas de investimentos nos 12 meses seguintes, um saldo de -2,3 pontos. Esse foi o menor percentual de empresas certas sobre a execução dos investimentos e o segundo maior de empresas incertas desde o início do quesito (4º trimestre de 2014). O resultado decorre possivelmente das incertezas ainda existentes em relação aos cenários econômicos e políticos do país e seus efeitos sobre as projeções de rentabilidade dos investimentos produtivos.

Fonte FGV

 

 



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