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Federações e OAB lançam campanha contra impostos em MS

DATA: 02/03/2016

A ameaça do retorno da CPMF - Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira e a criação de novos impostos pelos governos federal, estadual e municipal motivaram as federações dos setores produtivos do Estado e a Ordem dos Advogados a lançarem, nesta terça (1°), a campanha Acorda MS – Chega de Impostos. O presidente da FAEMS – Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul, Alfredo Zamlutti Junior, participou da cerimônia que marcou, ainda, a inauguração do Impostômetro, sediado no prédio da Fiems – Federação das Indústrias de MS.

 

“Não podemos admitir o retorno da CPMF e a criação de tantos impostos que oneram o empresário e o cidadão brasileiro. Já fomos uma potência e hoje estamos atrás de países como Paraguai, Argentina e Bolívia”, disse o presidente da FAEMS. De acordo com levantamento da FIEMS, a volta do CPMF deve trazer prejuízos, em Mato Grosso do Sul, de R$ 140,2 milhões na agropecuária, de R$ 233,4 milhões na indústria, e R$ 271 milhões no comércio. “É no comércio que sentimos o impacto de tantos impostos. O consumidor é quem paga a conta no final de toda a cadeia”, complementou Zamlutti.

 

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, apresentou uma pesquisa de opinião, feita pelo Instituto de Pesquisa de MS (IPEMS) que apontou a reprovação por 76% da população do retorno do imposto. Pela pesquisa, 18% da sociedade não sabem do que se trata a tributação. “Quando há uma medida como essa, mesmo o trabalhador, na ponta, sente os reflexos. Isso porque ao receber seu salário, ele paga IPVA e IPTU mais caros, além de outros impostos, e acaba deixando de consumir. Ao deixar de consumir, alguém deixa de produzir. É uma reação em cadeia”, disse Longen.

 

Outro dado alarmante, apresentado pelo presidente da Fecomércio – Federação do Comércio de MS, Edison Araújo, é quanto ao resultado que a atual crise econômica tem provocado no Estado. “Somente em 2015, 1.069 lojas fecharam em Mato Grosso do Sul. De 161 mil novas contratações, tivemos 165 mil demissões. A volta da CPMF será um remédio amargo que não vai solucionar essa situação”, complementou.

 

O diretor executivo da FAEMS, Clodoaldo Martins de Oliveira Junior, o recém empossado presidente da Associação Comercial de Cassilândia, Luiz Antônio Borges Guilherme e o membro da diretoria da Associação Comercial de Maracaju, Nilton Pereverzieff, além do presidente da Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, Maurício Saito, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), Mansour Elias Karmouche também participaram da cerimônia.

 

Fonte\: Faems

 

 



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