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Dia das Crianças movimentará R$ 167 milhões em todo Estado

Cerca de 80% da população irá presentear filhos, netos, sobrinhos e afilhados no Dia das Crianças, representando uma injeção de mais de R$ 167 milhões na economia de MS. É o que afirma pesquisa realizada pela Fecomércio MS em parceria com a Universidade Uniderp-Anhanguera e Fundação Manoel de Barros. O preço médio do presente é de R$ 130,00 sendo que cada consumidor irá comprar, em média, dois presentes. O presidente do Sistema Fecomércio MS, Edison Araújo, lembra que o valor a ser gasto em presentes, para este ano, é pouco superior ao ano passado (que foi de R$ 119,00), mas “se consideramos a correção monetária, eles permanecem muito próximos”. Em 2013, o montante de vendas estimado para o mesmo período foi de R$ 163 milhões. Edison Araújo afirma que a estabilidade relativa das compras, observada na maioria das cidades pesquisadas, deve-se ao fato do comprometimento de parte dos recursos familiares em bens adquiridos ao longo dos dois últimos anos. “Inflação acima da meta e alto preço dos alimentos também contribuem para este cenário atual”.
Em Corumbá, 23% dos compradores irão às lojas da Bolívia, em Ponta Porã, 43% comprarão no Paraguai. “ É importante ressaltar que esse dinheiro irá evadir das lojas brasileiras, percentual significativo”, avisa a superintendente do Instituto de Pesquisa Fecomércio (IPF), Regiane Dede. “É necessário que os lojistas do lado de cá do País atentem-se para estratégias de venda diferenciadas para atrair esse consumidor”.
Pagamento à vista – O consumidor irá pagar à vista com dinheiro, segundo 55% dos entrevistados. 6% optam pelo cartão de débito e 7% com cartão de crédito. Já o pagamento parcelado pelo cartão de crédito é a escolha de 17% dos compradores e 11% afirmam que vão dividir a compra no crediário da própria loja. O pesquisador José Francisco dos Reis Neto lembra que, por comprar a vista, o consumidor fará algumas exigências ao mercado. “A escolha do presente estará condicionada ao preço (32%), à promoção do produto (25%) e ao atendimento da loja (18%). A diminuição do riso de venda está associada à forma de pagamento do comprador. Como usarão cartão, diminui-se o risco e a inadimplência”.
Foram entrevistadas 2 mil pessoas entre os dias 15 a 22 de setembro

(Portal Fecomércio/MS)



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