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Comércio lidera ranking de demissões na Capital, mas ritmo desacelera

 

Anny Malagolini

O comércio varejista em Campo Grande encerrou 37 postos de trabalho formais no mês de agosto. Mas, apesar do número negativo, o setor começa a mostrar sua recuperação, levando em consideração que em julho foi demitido o dobro de trabalhadores da área, conforme aponta levantamento da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas).

 

Neste período, 404 trabalhadores foram admitidos e pelo menos 398 foram desligados dos postos de trabalho em agosto, o que demonstra a rotatividade da área. O funcionário demitido tem chances altas de retornar ao setor em outra função ou empresa.

 

Os segmentos de Combustíveis para veículos automotores, eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo, e equipamentos de telefonia e comunicação foram os que apresentaram os piores desempenhos, demitindo respectivamente 34, 23 e 21 pessoas.

 

Em relação a dinâmica setorial, os segmentos que mais empregaram foram os de calçados e artigos de viagem (39), produtos farmacêuticos para uso humano e veterinário (25), e produtos de padaria, laticínio, doces, balas e semelhantes (13).

 

No confronto com os últimos 12 meses, o resultado é menos otimista: Neste período 1.569 mil empregos foram cortados do setor.

 

"O saldo negativo menor do que o mês passado representa que o setor varejista chegou a uma certa estabilidade perante a economia em Campo Grande. Tivemos muitas demissões, que é o último estágio no corte dentro das empresas. O empresário teve que tomar medidas drásticas para se manter, e agora o cenário econômico dá sinais de equilíbrio. Vejo esse dado como exatamente prevíamos, uma melhora devagar no segundo semestre deste ano, para um crescimento em 2017. É o que nós aguardamos com expectativa", afirma o diretor jurídico da CDL, Dijalma Mazali.

 

O estudo também mostrou que jovens de 28 anos tiveram mais oportunidade de emprego na Capital, e a estimativa de média salarial é otimista, chega a R$ 1.137,37.

 

Outro do levantamento é o grau de instrução dos profissionais. Os candidatos com ensino médio completo tiveram mais chances e somaram 1.215 vagas ocupadas. Já os trabalhadores analfabetos ocuparam apenas três vagas neste período.

 

Quanto a previsão de empresas constituídas e extintas, temos a tendência de estabilidade no radar para os próximos 12 meses, com manutenção dos números de extinção e constituição de novas empresas. Para Setembro é estimada a criação de 458 empresas e extinção de 217, menor que agosto, que extinguiu 226 pontos. Para dezembro deste ano, a expectativa é que 265 empresas sejam extintas.



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