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7 dicas para um planejamento financeiro empresarial eficiente

Para conquistar um planejamento financeiro empresarial é importante estar atento a uma série de itens dentro do negócio, que envolvem desde a escolha da equipe de trabalho até a organização e controle de todas as informações. O especialista em sistemas de gestão Tibério César Valcanaia, diretor técnico do myrp, aponta sete dicas para um planejamento financeiro empresarial eficiente:

 

1 – Não tente fazer tudo sozinho e busque profissionais capacitados

 

Mesmo em uma estrutura pequena é fundamental que o empresário tenha profissionais especializados antes de partir para o planejamento financeiro. Não importa se o profissional da área financeira é um funcionário direto da empresa ou se o serviço é prestado em forma de uma assessoria externa.

 

“O essencial é ter o apoio de alguém que realmente entenda bem do assunto no momento de iniciar o planejamento estratégico financeiro da empresa”, afirma Valcanaia.

 

2 – Amplie seu conhecimento em finanças

 

Mesmo cercado de bons profissionais capacitados, o empreendedor, como dono do négocio, também precisa entender pelo menos um pouco da área financeira. Por isso, buscar mais informações em algum curso é sempre positivo para o desenvolvimento do negócio. De acordo com Valcanaia, é importante saber alguns conceitos técnicos básicos “como fluxo de caixa, lucro, etc, para assim poder avaliar o que está sendo planejado, monitorar as atividades e até mesmo cobrar resultados”.

 

3 – Abandone o uso do papel para controle das informações

 

Pode parecer difícil de acreditar, mas mesmo em uma época de alta conectividade e tecnologia espalhada por todos os lados ainda tem gestor que guarda as informações da empresa em papéis. Aqui a solução é realmente partir para a organização das informações em um sistema de gestão, onde seja possível integrar todos os dados financeiros e assim garantir um maior controle geral. As informações financeiras armazenadas em um sistema proporcionam mais segurança e também mais agilidade na busca de qualquer dado que seja necessário em uma eventual operação do dia a dia e para o planejamento das finanças.

 

4 – Não misture as despesas pessoais com as da empresa

Muitos pequenos e médios empreendedores ainda caem no erro de misturar as despesas pessoais com as contas da empresa. Quem embaralha as duas contas nunca consegue de fato ter uma visão clara de quais são os gastos e qual realmente é o lucro da empresa, o que dificulta até mesmo partir para um plano de expansão e buscar um crédito. “Esse erro compromete completamente a eficiência do planejamento financeiro”, alerta Valcanaia.

 

5 – Faça uma análise dos fatores internos e externos

 

Na hora de planejar a estratégia financeira é importante levar em conta os fatores internos e externos. Um bom exemplo de modelo de análise é a SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats) ou Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças. Com essa ferramenta é possível avaliar quais os pontos fracos e fortes do negócio, tanto o que está dentro da empresa, quanto o que está no mercado. Valcanaia explica que ao visualizar o que tem de mais favorável e desfavorável, o empreendedor pode estabelecer uma estratégia para atacar esses pontos, seja potencializando o que tem de positivo, ou mesmo diminuindo os riscos de problemas naquilo que encontrou de negativo para o negócio.

 

6 – Fique de olho também nos pequenos gastos

 

É comum que as pequenas e médias empresas se preocupem com os grandes gastos como os impostos, salários dos colaboradores e aluguel, por exemplo. E com isso acabam deixando um pouco de lado o controle das pequenas despesas, que juntas podem representar grandes perdas desnecessárias. Por isso, é importante ficar de olho também nas pequenas economias que seja possível fazer nos gastos de água, energia elétrica e telefonia.

 

7 – Faça a análise de diversos tipos de relatórios

 

Um sistema de gestão eficiente pode garantir a emissão de diversos relatórios que vão servir de base para o planejamento financeiro. Entre eles estão, por exemplo, os relatórios de faturamento; controle de fluxo de caixa, com todos os lançamentos financeiros, de entradas e saídas. Todos esses relatórios emitidos fazem com que o empresário tenha uma visão gerencial mais ampla.

 

“Com isso, ele consegue identificar possíveis pontos de economia, e também se em determido período ele terá valores para investir ou se será necessário buscar mais recursos para continuar administrando a empresa”, finaliza Valcanaia.

 

Fonte: Portal Administradores



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