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18 de junho 107 anos da Imigração Japonesa ao Brasil

Hoje dia 18 de junho comemora-se o Dia Nacional da Imigração Japonesa. A data comemorativa foi instituída em 26 de julho de 2005, sob a Lei nº 11.142.

A data foi escolhida por ser o dia em que oficialmente os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil em 1908. Assim, este ano, completa-se 107 anos da Imigração Japonesa no Brasil.

A grande imigração nipônica

 Nos primeiros sete anos de imigração japonesa, chegaram ao Brasil 3.434 famílias, ou seja, quase 15 mil pessoas. Entre 1917 e 1940, foram mais 164 mil japoneses, dos quais 75% para São Paulo. A maior parte dos imigrantes chegou no decênio 1920-1930, mas o foco não era mais apenas as plantações de café. Eles também buscavam trabalho no cultivo de morango, chá e arroz.

Com o fim da I Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente em razão do incentivo do governo japonês, que via crescer a pobreza e o desemprego no país devido à superlotação das cidades japonesas. O governo japonês também queria a expansão da etnia e da cultura para outros lugares do mundo, especialmente nas Américas, a começar pelo Brasil.

A geração nascida no Japão foi a que teve mais dificuldade de adaptação ao Brasil em razão do idioma, hábitos alimentares, vestuário, modo de vida e diferenças climáticas encontradas.

Em seguida, graças a um sistema de parceria com o fazendeiro, muitos japoneses conseguiram comprar seus primeiros pedaços de terra. Após algum tempo de plantação, o imigrante tinha o direito de receber uma parcela da terra. Isso resultou na permanência definitiva de muitos imigrantes no Brasil.

Traços mestiços

A partir da terceira geração no Brasil, os descendentes de japoneses passaram a se abrir definitivamente à sociedade brasileira. Os avós imigrantes trabalharam duro no campo para que seus filhos e netos tivessem futuro no Brasil. Na década de 1960, os japoneses saíram do campo e rumaram para as cidades para concluir os estudos. O principal destino foi São Paulo, que se tornou a cidade com maior número de japoneses fora do Japão.

A partir da década de 70, o isolamento étnico começou a se deteriorar e a miscigenação passou a fazer parte da realidade da colônia japonesa no Brasil. Atualmente, cerca de 61% dos bisnetos de japoneses têm alguma origem não-japonesa. Os traços mestiços predominam entre esta nova geração, já integrada ao Brasil.

Atualmente, a colônia japonesa no Brasil está dividida em:

•        Isseis (japoneses de primeira geração, nascidos no Japão):

•        Nisseis (filhos de japoneses

•        Sanseis (netos de japoneses):

•        Yonseis (bisnetos de japoneses):

Nova Andradina

A história da chegada dos imigrantes japoneses na região de Nova Andradina inicia-se em 1957, com a vinda da família Anzai a convite da empresa Moura Andrade, mas devido a algumas decepções com o cultivo de arroz, a família muda-se para Minas Gerais e retorna dois anos depois.

Nesta época, chega à Nova Andradina Shoji Shirota, também contratado pela empresa Moura Andrade, para a confecção de projetos e medições de terras e retirada da madeira.

Em 1959, a família Anzai retorna à Nova Andradina, e juntamente com a família Shirota, iniciam os projetos para formar a associação, hoje denominada Associação Cultural e Esportiva de Nova Andradina (Acena).

Através de levantamentos extraoficiais, estavam em Nova Andradina nesta época as famílias Shirota, Anzai, Kai, Azuma, Suguimoto, Suguita, Jodai, Takaoka, Itaya, Sakata, Goto, Yano, Yoshioka, Yamamoto, Fujimoto, Fujibayashi, Nakamura, Hashinokuti, entre outras, que juntas, iniciaram o movimento para fundação da Acena, que aconteceu em 16 de setembro de 1960.

 A Acina parabeniza a Colônia japonesa de Nova Andradina pela sua participação no desenvolvimento de Nova Andradina

Kasatu - Maru primeiro navio que chegou ao brasil em 1908

 

 

 

 



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